Visitação humana é PROIBIDA nestes lugares ao redor do mundo

Conheça alguns dos lugares mais peculiares e envoltos de ministérios do planeta

Por motivos de segurança, restrições legais, preservações ambientais e até mesmo questões culturais e religiosas, há uma infinidade de lugares ao redor do mundo que não permitem a visitação de pessoas. Nos dias de hoje, esses locais são rodeados de mistérios e teorias.

Segundo a reportagem do jornal O Globo, nove lugares de destacam, incluindo uma ilha no litoral de São Paulo. Se você é aventureiro e gosta de locais peculiares, siga a leitura até o fim e confira os ambientes onde os seres humanos são proibidos de circular.

Lugares proibidos

  • 1. Ilha de Queimada Grande (Brasil): Conhecida popularmente como a “Ilha das Cobras”, este lugar no litoral paulista é o lar da víbora-ilhoa, uma das serpentes mais letais do planeta. O acesso público à ilha é proibido pelas autoridades brasileiras para proteger tanto as pessoas quanto as espécies em risco.
  • 2. Cofre Global de Sementes de Svalbard (Noruega): este local em Longyearbyen, conhecido como o “Cofre do Juízo Final”, armazena uma vasta gama de sementes de todo o mundo como uma salvaguarda contra a perda de biodiversidade. A entrada é limitada apenas a pessoal autorizado e cientistas, visando garantir a segurança e preservação das sementes.
  • 3. Santuário de Ise (Japão): localizado em Ise, na província de Mie, este é um dos santuários mais sagrados do xintoísmo e é dedicado à deusa Amaterasu. Apenas sacerdotes e sacerdotisas xintoístas de alto escalão, além de membros da família imperial japonesa, têm permissão para entrar na parte mais interna do santuário. Os visitantes comuns só podem ver as estruturas exteriores.
  • 4. Caverna de Lascaux (França): descoberta na década de 1940, a Caverna de Lascaux abriga algumas das mais significativas pinturas rupestres pré-históricas do planeta. Devido à degradação causada pelo turismo e pela presença humana, as autoridades francesas fecharam a caverna ao público em 1963. Apenas um pequeno grupo de cientistas e pesquisadores tem acesso limitado para preservar as pinturas.
  • 5. Ilha Sentinela do Norte (Índia): situada no Oceano Índico, a Ilha Sentinela do Norte é o lar da tribo Sentinelese, um dos grupos mais isolados do mundo. As autoridades indianas proibiram qualquer contato com esta tribo para proteger seu modo de vida e evitar a introdução de doenças externas. As tentativas de se aproximar da ilha foram recebidas com hostilidade e houve relatos de ataques a visitantes.
  • 6. Tumba de Qin Shi Huang (China): localizada em Xi’an, é o mausoléu do primeiro imperador da China, Qin Shi Huang, famoso por seu exército de terracota. O túmulo principal do imperador permanece selado e inexplorado devido a preocupações de conservação e aos riscos potenciais representados pelas atuais técnicas de escavação.
  • 7. Sala 39 (Coreia do Norte): também conhecida como Escritório 39, trata-se de uma entidade secreta e clandestina do governo norte-coreano, criada na década de 1970. Acredita-se que esta organização opere sob a direção do Partido dos Trabalhadores Coreanos. De acordo com o governo dos Estados Unidos, a unidade secreta administra uma extensa série de empresas, instituições financeiras e esquemas de financiamento para ajudar a pagar pelos gastos do regime. Ao que tudo indica, ela funciona há mais de 50 anos, durante o reinado de Kim Il Sung, avô de Kim Jong-Un, e, para os analistas, é mais uma companhia familiar do que governamental.
  • 8. Ilha Poveglia (Itália): localizada na lagoa de Veneza, é conhecida por sua história sombria e por sua reputação como um dos lugares mais assombrados do mundo. Durante o século XIV, a ilha foi usada como local de quarentena para pacientes com peste bubônica e, posteriormente, no século XIX, tornou-se um hospital psiquiátrico onde eram praticados tratamentos cruéis e experimentais com os pacientes.
  • 9. Caverna de Altamira (Espanha): conhecida por suas impressionantes pinturas rupestres pré-históricas, tem um regime de acesso controlado e muito limitado que permite um máximo de cinco pessoas por semana, totalizando 260 visitantes por ano, conforme estabelecido pelo Conselho Curador do Museu. Para acessar o local, que fica no município espanhol de Santillana del Mar, Cantábria, é utilizado um sistema de agendamento gerenciado por meio de lista de espera. No entanto, atualmente, os passeios foram encerrados e, consequentemente, nenhuma nova inscrição está sendo aceita pelas autoridades locais.
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