CAIXA Tem vai depositar R$ 600 + R$ 150 em sua conta nas próximas semanas

Para receber os valores, é preciso se enquadrar em uma série de critérios

Como bem sabemos, o Bolsa Família é uma iniciativa do Governo Federal que visa combater a pobreza e a fome em todo território brasileiro. Para alcançar seu objetivo, o programa de transferência de renda passou por diversas mudanças, adicionando recursos extras para sanar as necessidades específicas de cada núcleo familiar contemplado pela iniciativa assistencial.

Entre as principais alterações, estão a introdução de novos critérios de elegibilidade e benefícios adicionais. Neste sentido, famílias com três ou mais integrantes, por exemplo, recebem um valor maior, reconhecendo a necessidade de um suporte financeiro mais robusto.

O Bolsa Família foi criado para fomentar a integração de políticas sociais que garantem não apenas assistência financeira, mas também acesso ampliado a direitos cruciais. Com tudo isso em mente, a seguir, veja quem vai receber o montante de R$ 750 direto no aplicativo do Caixa Tem (disponível para Android e iOS) neste mês de junho.

Inscrição no Bolsa Família

Para ingressar e receber os benefícios do programa social, é de suma importância que a renda por pessoa da família não ultrapasse R$ 218 mensais. Para facilitar o entendimento, confira um exemplo: uma família de sete pessoas cuja renda total não exceda R$ 1.482 por mês. Além disso, é crucial estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), plataforma responsável por reunir dados importantes sobre os cidadãos de baixa renda do país.

Como mencionado anteriormente, o Bolsa Família incluiu diversos benefícios ajustados à realidade das famílias agraciadas. Sendo assim, todos os segurados têm direito ao Benefício de Renda Cidadania (BRC), fixado em R$ 142 por pessoa. Caso o total recebido não atinja R$ 600, o Governo Federal completará esse valor, garantindo o mínimo necessário para necessidades básicas. Além disso, são concedidos os seguintes recursos:

  • 1. Benefício Primeira Infância (BPI): extra de R$ 150 para até duas crianças de zero a sete anos;
  • 2. Benefício Variável Familiar (BVF): adicional de R$ 50 para jovens e adolescentes de sete a 18 anos e gestantes;
  • 3. Benefício Variável Familiar Nutriz (BVN): acréscimo de R$ 50 para cada integrante com até seis meses de idade (nutriz);
  • 4. Auxílio Gás: pago bimestralmente, isto é, a cada dois meses, concede, em média, R$ 100 para os beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Garantindo a continuidade dos pagamentos

Para desfrutar ao máximo de todos os recursos concedidos pelo Bolsa Família, é crucial que o responsável familiar e seus dependentes estejam com os dados passados ao CadÚnico atualizados. Portanto, mudanças na composição familiar ou na renda devem ser imediatamente reportadas para assegurar a adequação dos auxílios recebidos. A atualização cadastral deve ser feita em um Centro de Referência da Assistência Social (CRAS).

Além disso, entender cada tipo de benefício disponível permite que as famílias planejem melhor seu futuro financeiro e, consequentemente, garantam a continuidade dos repasses. Portanto, mantenha-se informado para potencializar os recursos liberados pelo programa assistencial e não perca o que é seu por direito.

Vale lembrar que o CadÚnico é a ferramenta decisiva para a efetivação do Bolsa Família, servindo como base para a inclusão em diversos outros programas de cunho social. Assim, ele detalha informações essenciais sobre as características residenciais, composição familiar e até situação de emprego e renda dos inscritos, sendo crucial para uma política de assistência social focada e eficaz em terras brasileiras.

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