Clientes lesados pela 123milhas têm valores a receber; saiba como solicitar

A nova plataforma criada pela 123milhas, em resposta ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), já está em funcionamento e promete ser um facilitador para os clientes que foram prejudicados pela paralisação nas emissões de passagens. Em agosto de 2023, a empresa suspendeu suas atividades por questões externas, deixando muitos viajantes em situação difícil.

No site recém-configurado, os consumidores impactados podem registrar suas reclamações e enviar documentos comprobatórios para reivindicar valores devidos. Isso se refere a serviços que foram pagos e não prestados até o dia 29 de agosto de 2023, data crucial para as transações consideradas na recuperação judicial.

Na plataforma digital, é crucial que os clientes afetados forneçam evidências, como comprovantes de pagamento, contratos de pacotes de viagens e até mesmo comunicações por e-mail que demonstrem as transações com a 123milhas. Este processo foi simplificado para evitar a necessidade de petições judiciais, tornando mais ágil a organização das reivindicações.

Como funciona o processo de reclamação

Para aqueles que encontram divergências nos valores ou necessitam fazer atualizações cadastrais, como exclusão ou correção de informações, o site rj123milhas.com.br oferece uma seção específica para tais ajustes. Essa organização visa agilizar o atendimento e resolver as pendências de forma mais direta e menos burocrática.

Documentos necessários para validar a reclamação:

  • Comprovante de pagamento aprovado;
  • Comprovante de contratação de pacotes;
  • Cobranças de cartão de crédito;
  • E-mails de confirmação da 123milhas.

Principais dificuldades enfrentadas na recuperação judicial da 123milhas

Ao longo do processo, a 123milhas encontrou obstáculos significativos, incluindo a suspensão temporária de sua recuperação judicial. Problemas burocráticos quanto aos administradores judiciais contribuíram para atrasos e incertezas, culminando na necessidade de decisões judiciais para retomar os procedimentos. Não apenas o montante da dívida, superior a R$ 2 bilhões, mas também a complexidade dos casos envolvidos, impuseram desafios consideráveis ao processo.

Além disso, o acompanhamento por órgãos de proteção ao consumidor, como o Proteção ao Consumidor de São Paulo (Procon-SP), indica uma vigilância contínua sobre o desenvolvimento deste caso de recuperação judicial, enfatizando a importância de uma resolução que resguarde os direitos dos consumidores impactados.

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