Mães do Bolsa Família podem receber até R$ 1.000 em maio

Basta atender aos critérios estabelecidos para receber o montante

Neste mês de maio, o Bolsa Família segue contemplando milhares de cidadãos em situação de vulnerabilidade, sendo fundamental não apenas pelo suporte financeiro, mas garantindo que essa parcela da população tenha acesso a serviços e direitos básicos.

Inclusive, o programa de transferência de renda teve uma mudança significativa em seus benefícios, especialmente naqueles que são direcionados às mães brasileiras. Com o anúncio de um pagamento extra, o Bolsa Família ganha ainda mais relevância, sendo um instrumento crucial de auxílio para as famílias menos favorecidas.

Nesta matéria, vamos destrinchar todas as mudanças realizadas no programa social, bem como os critérios de elegibilidade e a importância dessas alterações no contexto das políticas sociais e econômicas do Brasil. Portanto, siga a leitura até o fim e não perca nenhum detalhe.

Como funciona o Bolsa Família?

A iniciativa criada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2003 ficou conhecida pelo seu papel fundamental na distribuição de renda para famílias que vivem na linha da extrema pobreza, visando tirá-las dessa condição e garantir a independência financeira delas. Neste sentido, a quantia concedida tem passado por diversas alterações, principalmente para as mães que fazem parte do Bolsa Família.

Com a rodada referente ao mês de maio a todo vapor, o Governo Federal anunciou que o benefício foi incrementado, podendo chegar a R$ 1.000. Para alcançar esse valor, a chefe da família deve seguir algumas regras, visto que os benefícios adicionais são concedidos de acordo com a quantidade de dependentes.

Critérios de elegibilidade e pagamentos extras

Para fazer parte do programa e receber os benefícios, o primeiro passo é estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O procedimento pode ser feito em uma unidade do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS). Uma vez inscrito, é de suma importância manter os dados atualizados e seguir as normas. Do contrário, o Bolsa Família é suspenso.

No que diz respeito às normas, todos os beneficiários da iniciativa assistencial devem cumprir com as seguintes obrigações ligadas à saúde e à educação:

  • 1. Gestantes devem realizar o acompanhamento pré-natal;
  • 2. Todos os integrantes devem estar com a caderneta de vacinação atualizada;
  • 3. Os pais devem acompanhar o estado nutricional (tamanho e peso) dos filhos menores de sete anos;
  • 4. Garantir a presença escolar mínima de 85% de crianças e adolescentes que ainda não concluíram o ensino básico.

Benefícios extras

Com tudo isso em dia, os beneficiários têm acesso a uma série de recursos adicionais, entre eles:

  • Benefício Primeira Infância: concede R$ 150 para até duas crianças de zero a seis anos;
  • Benefício Variável Familiar: extra de R$ 50 para cada gestante ou criança e adolescente na faixa etária entre sete e 18 anos anos incompletos;
  • Benefício Variável Familiar Nutriz: adicional de R$ 50 para cada integrante com até seis meses de idade.

Datas de pagamento

Os repasses são feitos de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Porém, em decorrência das enchentes no Rio Grande do Sul (RS), os beneficiários do Estado receberam antecipadamente, no dia 17. Os demais segurados devem seguir o cronograma abaixo:

  • NIS final 1: 17 de maio;
  • NIS final 2: 20 de maio;
  • NIS final 3: 21 de maio;
  • NIS final 4: 22 de maio;
  • NIS final 5: 23 de maio;
  • NIS final 6: 24 de maio;
  • NIS final 7: 27 de maio;
  • NIS final 8: 28 de maio;
  • NIS final 9: 29 de maio;
  • NIS final 0: 31 de maio.
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